O Partido Humanista de Angola (PHA) quer promover o humanismo e a governação democrática, bem como garantir a dignidade da pessoa humana e o seu direito ao desenvolvimento, adiantou, esta segunda-feira , a líder daquela formação política, reconhecida recentemente pelo Tribunal Constitucional.

01/06/2022  05H53

Florbela Malaquias, que fazia a apresentação oficial do PHA, disse o “propósito intransigente é colocar o partido numa posição confortável na arena política nacional.

Garantiu que o PHA pretende trabalhar para a erradicação da corrupção, sal-

vaguardar os direitos de segurança e de justiça, promover a economia social, solidária e cooperativa, promover a sustentabilidade ambiental e a educação para o desenvolvimento, paz e ética pública.

“A vida em sociedade depende da forma como nós partilhamos as nossas energias e as nossas visões do mundo. Isto pressupõe aceitar várias possibilidades de organização da sociedade e considerar a mutabilidade da realidade. Por isso, o partido quer promover o aprofundamento da democracia, bem como as reformas institucionais, a justiça transicional, programas de coesão social, o direito à memoria histórica e direitos humanos”, disse.

A também jurista e jornalista considerou o PHA “a grande novidade que traz a brisa fresca e uma nova estética política à arena onde se jogam todas as intenções”. “Para os maus, o bem deve ser irrealizável, mas os humanistas vão prosseguir firmes e fortes em defesa dos direitos humanos e da mais ampla justiça material em Angola”, garantiu.

Para a materialização dos seus objectivos, o PHA, segundo Florbela Malaquias, conta com o dinamismo da juventude, pessoas de fé, das mulheres e com a determinação dos homens. “O Partido Humanista de Angola tem as suas fileiras escancaradas para acolher todas as angolanas e angolanos comprometidos com a humanização da nossa sociedade”, garantiu.

Revista Destemidos.