A governadora do Huambo, Lotti Nolika, considera o Pólo de Desenvolvimento Industrial da Caála como estrutura com maior potencial para dinamizar o fomento da actividade económica da província, com o surgimento de unidades fabris ligeiras.

29/05/2022 09H56

Seis unidades fabris vitalizam o Pólo Industrial da Caá

Com uma área total de 1.087 hectares, 134,5 dos quais com seis unidades de média dimensão já implantadas, representando 11 por cento do espaço total, o pólo aguarda pela conclusão de dois novos projectos,  sendo um de produção de massa alimentar e outra de uma moageira.

“A nossa aposta é concretizar, numa primeira fase, a infra-estruturação do Pólo de Desenvolvimento Industrial da Caála e, em seguida, a infra-estruturação de parques industriais nos diversos municípios, no mais breve espaço de tempo possível”, salientou.

Segundo a responsável, diligências têm sido feitas junto do Ministério da Indústria, do Comércio e da AIPEX, para a contratação de parceiros credíveis e, com o apoio recebido, relançar a província como um parque industrial de referência, com a obtenção da absorção da produção local e o aumento dos níveis de emprego.

Para a atracção de investidores nacionais e estrangeiros, sublinhou, “há uma infinidade de oportunidades para que os empresários possam fazer valer os seus investimentos e rentabilizá-los”, principalmente a localização geográfica, clima, densidade populacional, potencial agrícola, mineiro, hídrico e turístico. “Apelo a quem quer investir no Huambo que não se coíba, porque, enquanto Governo, tudo faremos para que as condições propícias possam estar ao serviço do mercado”, disse.

Lotti Nolika lembrou que o Huambo é rico em recursos minerais, cuja exploração decorre de forma positiva e é dominada pelos minerais de apoio à construção civil, como granito para britagem e ornamental, areia e projectos de prospecção de metais, designadamente ouro, diamante, cobre e terras raras.

Revista Destemidos.