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Prossegue esta terça-feira o 27.º dia de guerra, com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky a admitir que o país está “no limiar da sobrevivência“.

Entretanto o presidente admitiu ainda, que caso se colocassem alterações territoriais em negociações, estas deveriam ser referendadas

Na Rússia, o jornal Komsomolskaya Pravda, publicou que desde a invasão das tropas russas na Ucrânia já teriam morrido 9.861 soldados russos, uma informação que depois atribuíram a ataque informático. Entretanto, esta terça-feira, Moscovo desmentiu essa informação, assim como os 15 mil soldados russos mortos avançados por Kyiv.

Na cidade costeira de Mariupol os moradores, cercados e bombardeados pelos russos há várias semanas, vão poder deixar a cidade através de três corredores humanitários.

Volodymyr Zelensky, atualizou o estado das negociações com a Rússia durante num discurso publicado na sua página do Facebook.

“Continuamos a trabalhar a diferentes níveis para garantir que a Rússia se convença que esta guerra terrível deve ser interrompida. Continuamos  as nossas difíceis negociações. Isso é desafiador. Às vezes escandaloso”, disse.

Citado pela BBC, acrescentou que 100 mil pessoas permanecem na cidade de Mariupol, sob intenso bombardeamento e em “condições desumanas, sem comida, sem água, sem medicamentos”.

Salientou também que os esforços para resgatar civis por meio de corredores humanitários foram interrompidos por “bombardeamentos ou terror deliberado” russo. “Apesar de todas as dificuldades, 7.026 moradores de Mariupol foram resgatados” da cidade esta terça-feira.

Ainda segundo o governante a Ucrânia recebeu mais de 100 mil toneladas em ajuda humanitária nas últimas duas semanas.

Revista Destemidos.

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