O papel desempenhado por mulheres polícias na garantia e manutenção da ordem e tranquilidade públicas foi destacado, esta terça-feira, em Luanda, pelo director nacional de Educação Patriótica do Comando Geral da Polícia Nacional, durante uma cerimónia que visou assinalar o Dia Internacional das Mulheres.

O comissário-chefe António Gimbe, que representou o comandante-geral, comissário-geral Arnaldo Carlos, destacou as qualidades da mulher polícia como mãe, companheira, educadora, irmã, que abraçou a actividade policial para manter a segurança pública.

António Gimbe sublinhou que, dos mais de 120 mil efectivos que a corporação tem, mais de 16 mil são mulheres.

Acrescentou que as mulheres devem trabalhar para ocuparem lugares de destaque na corporação, aconselhando-as a aumentar o nível académico, para um maior e melhor desempenho.

A Polícia, disse, tem actualmente 166 mulheres licenciadas em vários ramos do saber, o que representa uma capacidade significativa para a manutenção e garantia da ordem pública.

Apelou à Rede Mulher Polícia no sentido de mobilizarem as funcionárias, para actualizarem o registo eleitoral, para exercerem o direito de voto. A presidente da Rede Mulher Polícia de Angola, comissário-chefe Elizabety Ranque Franque, felicitou as mulheres, acentuando que, à semelhança dos homens, pegaram em armas para lutar pela independência do país.

Fonte: Jornal de Angola

Revista Destemidos